Not�cias
10.02.2012 - 14h54
A��o do concurso dos agentes de sa�de na fase final
BUTI� - A A��o Civil P�blica impetrada pelo Minist�rio P�blico para averiguar poss�veis irregularidades no concurso para agentes de sa�de, em 2010, est� na fase final de tramita��o.
As den�ncias foram feitas em abril de 2010, logo ap�s a realiza��o da primeira etapa do processo de sele��o. Foram in�meras irregularidades cometidas durante as tr�s fases do concurso, come�ando com o primeiro erro grave cometido no edital. O processo seletivo que deveria ser realizado somente com quest�es objetivas continha tamb�m quest�es dissertativas.
A partir da� foi uma sucess�o de erros, irregularidades e at� mesmo m� f�. Chamou a aten��o do Minist�rio P�blico, a participa��o de familiares de integrante da comiss�o organizadora que deveria zelar pela honestidade e lisura da sele��o. Al�m disso, os lacres de seguran�a dos pacotes onde estavam as provas foram rompidos na noite anterior a realiza��o do concurso. Candidatos responderam as provas em corredores, sem qualquer fiscaliza��o e filhos de fiscais participando do concurso o que tamb�m seria um impedimento para o prosseguimento do concurso.
Quando foram divulgadas pelo Jornal Sobral, as primeiras not�cias de poss�veis irregularidades, dezenas de candidatos procuraram a reda��o, ou atrav�s de telefonemas informaram muitas outras suspeitas que colocaram o processo seletivo sob suspeita. Alguns candidatos apresentaram comprovante de resid�ncia conforme sua op��o para �rea de contrata��o do agente, e n�o onde realmente residiam.
Tamb�m foi denunciado que n�o era exigido documento de identifica��o para ingresso no local da prova e o cart�o de resposta n�o tinha a identifica��o do candidato. Al�m disso, algumas notas foram alteradas depois de divulgados os resultados. Outra den�ncia � a de que candidatos que n�o compareceram a prova oral, ou n�o responderam as quest�es, tiveram notas superiores aos que compareceram e responderam as perguntas formuladas pelos respons�veis pelo concurso.
Foi uma sucess�o de erros e irregularidades que deveriam ser suficientes para anula��o do concurso. Na �poca, a Administra��o Municipal preferiu continuar realizando todas as etapas, alegando que o processo estava correto, mesmo com as provas das irregularidades sendo apresentadas pelos participantes e denunciadas atrav�s do Jornal e R�dio Sobral.
O Minist�rio P�blico tamb�m constatou estas irregularidades e ofereceu denuncia atrav�s de uma A��o Civil P�blica, impetrada em abril de 2010. Agora, foi determinado o tempo para as alega��es finais para o Munic�pio e o Estado do Rio Grande do Sul, que foram denunciados na inicial. O Minist�rio P�blico que ofereceu a den�ncia contra os respons�veis pelo processo de sele��o de Agentes de Sa�de, j� apresentou suas alega��es.
Durante todo este per�odo o munic�pio ficou impedido de contratar os agentes de sa�de que teriam sido aprovados no Concurso. Como solu��o fez estas contrata��es atrav�s de contrato emergencial.
A partir da� foi uma sucess�o de erros, irregularidades e at� mesmo m� f�. Chamou a aten��o do Minist�rio P�blico, a participa��o de familiares de integrante da comiss�o organizadora que deveria zelar pela honestidade e lisura da sele��o. Al�m disso, os lacres de seguran�a dos pacotes onde estavam as provas foram rompidos na noite anterior a realiza��o do concurso. Candidatos responderam as provas em corredores, sem qualquer fiscaliza��o e filhos de fiscais participando do concurso o que tamb�m seria um impedimento para o prosseguimento do concurso.
Quando foram divulgadas pelo Jornal Sobral, as primeiras not�cias de poss�veis irregularidades, dezenas de candidatos procuraram a reda��o, ou atrav�s de telefonemas informaram muitas outras suspeitas que colocaram o processo seletivo sob suspeita. Alguns candidatos apresentaram comprovante de resid�ncia conforme sua op��o para �rea de contrata��o do agente, e n�o onde realmente residiam.
Tamb�m foi denunciado que n�o era exigido documento de identifica��o para ingresso no local da prova e o cart�o de resposta n�o tinha a identifica��o do candidato. Al�m disso, algumas notas foram alteradas depois de divulgados os resultados. Outra den�ncia � a de que candidatos que n�o compareceram a prova oral, ou n�o responderam as quest�es, tiveram notas superiores aos que compareceram e responderam as perguntas formuladas pelos respons�veis pelo concurso.
Foi uma sucess�o de erros e irregularidades que deveriam ser suficientes para anula��o do concurso. Na �poca, a Administra��o Municipal preferiu continuar realizando todas as etapas, alegando que o processo estava correto, mesmo com as provas das irregularidades sendo apresentadas pelos participantes e denunciadas atrav�s do Jornal e R�dio Sobral.
O Minist�rio P�blico tamb�m constatou estas irregularidades e ofereceu denuncia atrav�s de uma A��o Civil P�blica, impetrada em abril de 2010. Agora, foi determinado o tempo para as alega��es finais para o Munic�pio e o Estado do Rio Grande do Sul, que foram denunciados na inicial. O Minist�rio P�blico que ofereceu a den�ncia contra os respons�veis pelo processo de sele��o de Agentes de Sa�de, j� apresentou suas alega��es.
Durante todo este per�odo o munic�pio ficou impedido de contratar os agentes de sa�de que teriam sido aprovados no Concurso. Como solu��o fez estas contrata��es atrav�s de contrato emergencial.